Maravilhoso! A Vida continua...
29 de dez. de 2011
Calvin e Haroldo
Adoro Calvin e Haroldo. O melhor é poder passar nossos gostos adiante. O Davi já é um apreciador também. Olha que idéia legal que esta pessoa teve. Se quiser ver mais fotos do Gênero é só clicar em: Fotos de Arte Urbana
Esperando 2012 e contando as bênçãos de 2011
Mais um ano que se vai e como passou rápido! Quando a gente é criança e temos que esperar nossos pais em algum lugar, o tempo parece ser uma eternidade, mas quando nos tornamos adultos, a vida passa rápido demais.
Foi um ano tranquilo, muito bom, com surpresas boas e uma viagem inesquecível. No meu aniversário meu marido lindo me levou para os EUA: Atlantic City, Filadelfia, Washington e a Big Aple.
No meu trabalho e no do Rê, fomos muito abençoados e vimos Deus cuidando de cada detalhe. Ele nos sustentou e abençoou de forma especial. As crianças não tiveram nenhum problema sério de saúde e foram muito bem na escola, deixando a mamãe aqui, muito orgulhosa.
Foi um ano tranquilo, muito bom, com surpresas boas e uma viagem inesquecível. No meu aniversário meu marido lindo me levou para os EUA: Atlantic City, Filadelfia, Washington e a Big Aple.
Foi um tempo incrível que passamos só nós dois. A primeira vez que viajamos sozinhos desde que as crianças nasceram. Elas ficaram bem por aqui, graças a minha abençoada mãe.
Foi um corre corre, mas foi bom. Desfrutamos de muitas amizades abençoadas e gente que realmente faz diferença na minha vida.
Ainda pude começar um curso de fotografia, um tempinho separado para mim, e eu adoro.
Deus me deu a oportunidade de continuar a Serví-lo na igreja e isso não tem comparação.
Agora, venha 2012.
Que seja um ano abençoado.
Abra as portas de seu coração e deixe que Deus o conduza em 2012.
Que Deus abençoe nosso ano novo!
¨Senhor meu Deus! Quantas Maravilhas tens feito! Não se pode relatar os planos que preparaste para nós! Eu queria proclamá-los e anunciá-los mas são por demais numerosos" Salmo 40:5
18 de jul. de 2011
Até Logo meu querido Xyko
Uma vez, assisti a uma pregação com o tema “fazendo ondas”. Sabe quando jogamos uma pedra em um lago de águas paradas e ela vai rasteirinha batendo na água e fazendo ondas e, mesmo quando a pedra afunda, ainda se pode ver algumas ondas se formando a certa distância? A pregação era sobre isso. E ela voltou à minha mente hoje assim que recebi a notícia de que Meu pai espiritual, Francisco Mota Neto, o Xyko, havia ido encontrar com o Senhor.
Conheci o Xyco quando eu tinha 16 anos, e lá se vão 26 anos. A convite de um amigo comecei a frequentar a NOVIDADE (que queria dizer: Nossas Vidas Damos a Deus – um acróstico bem bolado , uma outra qualidade dele), um grupo de jovens que se reunia na casa do Chico e da Dê para estudar a Bíblia. Poucos meses após começar a frequentar a NOVIDADE, em uma tarde gostosa, após um estudo do Chicão, aceitei a Jesus como meu salvador. Lá presentes, a Dê, e o Rê, meu futuro marido, que na época não passava de um novo e grande amigo (por quem eu já estava caidinha).
Ficamos na Novidade por mais um tempo até que ela acabou e nós todos que a frequentávamos passamos a frequentar a IBCU.
A vida do Chico tocou tantas outras e continua a fazer ondas após seu falecimento. A vida dele foi um presente de Deus e um instrumento que Ele usou para me mostrar a salvação em Cristo. Ele me ensinou, muito bem, que devemos dar nosso melhor para o Senhor, e hoje me sinto feliz em poder ter tido um paizão espiritual tão severo e preocupado em nos ensinar aquilo que Deus queria e também não queria de nós. Ele me ajudou a construir minha casa na Rocha e eu não tenho como ser mais grata a ele por isso.
O céu está mais feliz com ele por lá hoje, e nós um pouco mais tristes, até o dia em que o Senhor nos levar para nossa morada eterna, e então poderei abraçar o Chico novamente. Penso que ele vai escutar do Senhor aquilo que está em Mateus 25:21: “Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor”. Só posso imaginar como o Chico está feliz agora cercado da glória do Senhor.
15 de mar. de 2011
Joga a Rede de Novo!
Simão respondeu: "Mestre, esforçamo-nos a noite inteira e não pegamos nada. Mas, porque és tu quem está dizendo isto, vou lançar as redes". Lucas 5:5
Hoje li um texto que tinha como base o versículo acima e na mesma hora eu percebi o quanto este versículo pode estar relacionado ao nosso papel como mães e como temos que perseverar porque Jesus é quem está dizendo.
Ele falava sobre como Jesus estava ensinando a Pedro e as pessoas em seu barco e depois de terminar sua lição Jesus diz a ele para jogar suas redes de novo.
Pedro já havia trabalhado a noite toda e não estava nada animado para voltar e tentar de novo. Ele estava pronto para desistir.
O que Pedro faz, é o que nós sempre fazemos, e uma atitude comum, pelo menos em minha vida. Se não concordamos muito, estamos cansadas ou não entendemos o propósito, nós duvidamos da instrução, ainda que não verbalizemos isso. Eu já tentei isso e não tive sucesso, porque tentar de novo? No meu caso isso não funciona.
Então, quando Pedro teve um dia duro e não conseguiu seu ganha pão ele duvidou que repetir o processo o faria ter sucesso. E então ele fez o que acabamos por fazer, ele questionou a Jesus.
“Senhor, esforçamo-nos a noite toda e não pegamos nada”. Foi o que ele disse.
E não é o que pensamos quando se trata da educação de nossos filhos algumas vezes: “Eu já tentei isso, e não deu certo”
O que Pedro estava pensando? Jesus não sabe o que está falando, afinal ele não é um pescador. Ele não tem idéia de como estou exausto. Já trabalhei oito horas e nada.
Provérbios 22:6 diz: Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.
Muitas vezes respondemos: Mas ele parece não prestar atenção no que falo. Disciplinar não está adiantando. Meu filho é muito danado, estou cansada, já tive o dia todo de trabalho, casa, trabalho, filho, marido, não é justo, não tenho um minuto de sossego!
Eu queria encorajá-las como eu mesma já fui encorajada. Não desistam! Que nossa resposta sempre seja: Senhor, como é o Senhor que está dizendo isso, vou tentar de novo.
Deus nos deu um papel importantíssimo de discipuladoras de nossos filhos. Estamos criando valores eternos. Lembre-se, Deus sabe bem o quanto estamos cansadas.
Permitam-me usar o texto de Josué 1:9 como encorajamento: Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar".
Você já se sentiu assim? Eu já. Nas horas de desanimo, lembre-se, você não está só. Em meio a confusão, ore ao Senhor. Use o telefone, compartilhe seu problema com uma boa amiga. Com certeza você não está só em suas dificuldades. Todas já nos sentimos incapazes.
Lembre-se, o Senhor confiou seus filhos a você, confiou uma tarefa a você, e vai te capacitar.
Joga a rede de novo! E no futuro você vai se surpreender quando sua rede vier cheia de peixes.
E lembre-se de Mateus 11:28: "Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.
Hoje li um texto que tinha como base o versículo acima e na mesma hora eu percebi o quanto este versículo pode estar relacionado ao nosso papel como mães e como temos que perseverar porque Jesus é quem está dizendo.
Ele falava sobre como Jesus estava ensinando a Pedro e as pessoas em seu barco e depois de terminar sua lição Jesus diz a ele para jogar suas redes de novo.
Pedro já havia trabalhado a noite toda e não estava nada animado para voltar e tentar de novo. Ele estava pronto para desistir.
O que Pedro faz, é o que nós sempre fazemos, e uma atitude comum, pelo menos em minha vida. Se não concordamos muito, estamos cansadas ou não entendemos o propósito, nós duvidamos da instrução, ainda que não verbalizemos isso. Eu já tentei isso e não tive sucesso, porque tentar de novo? No meu caso isso não funciona.
Então, quando Pedro teve um dia duro e não conseguiu seu ganha pão ele duvidou que repetir o processo o faria ter sucesso. E então ele fez o que acabamos por fazer, ele questionou a Jesus.
“Senhor, esforçamo-nos a noite toda e não pegamos nada”. Foi o que ele disse.
E não é o que pensamos quando se trata da educação de nossos filhos algumas vezes: “Eu já tentei isso, e não deu certo”
O que Pedro estava pensando? Jesus não sabe o que está falando, afinal ele não é um pescador. Ele não tem idéia de como estou exausto. Já trabalhei oito horas e nada.
Provérbios 22:6 diz: Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.
Muitas vezes respondemos: Mas ele parece não prestar atenção no que falo. Disciplinar não está adiantando. Meu filho é muito danado, estou cansada, já tive o dia todo de trabalho, casa, trabalho, filho, marido, não é justo, não tenho um minuto de sossego!
Eu queria encorajá-las como eu mesma já fui encorajada. Não desistam! Que nossa resposta sempre seja: Senhor, como é o Senhor que está dizendo isso, vou tentar de novo.
Deus nos deu um papel importantíssimo de discipuladoras de nossos filhos. Estamos criando valores eternos. Lembre-se, Deus sabe bem o quanto estamos cansadas.
Permitam-me usar o texto de Josué 1:9 como encorajamento: Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar".
Você já se sentiu assim? Eu já. Nas horas de desanimo, lembre-se, você não está só. Em meio a confusão, ore ao Senhor. Use o telefone, compartilhe seu problema com uma boa amiga. Com certeza você não está só em suas dificuldades. Todas já nos sentimos incapazes.
Lembre-se, o Senhor confiou seus filhos a você, confiou uma tarefa a você, e vai te capacitar.
Joga a rede de novo! E no futuro você vai se surpreender quando sua rede vier cheia de peixes.
E lembre-se de Mateus 11:28: "Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.
Socorro! Não sou capaz!
Sabedoria
Alguma vez você já sentiu que não era capaz? Já se sentiu desqualificada para o papel de mãe? Tenho uma imagem muito viva de um dia há 4 anos. Meu filho mais velho tinha pouco mais de um ano e eu estava esperando minha filha mais nova.
Decidimos, eu, minha mãe e irmã, ir a uma loja para comprar uma cama nova para meu filho, já que seu berço ficaria para o bebê. Toda minha animação se transformou subitamente em aflição quando meu filho se tornou um furacão descontrolado naquela loja. Antes de ter filhos, lembro-me bem de ver crianças fazendo bagunça em lugares públicos e dizer para mim mesma e para meu marido: “Quando eu tiver filhos, eles não farão isso. De jeito nenhum”. Que pais incapazes os outros eram!
Naquele dia, a realidade se abateu sobre mim como um raio e me pegou e jeito.
Eu não sabia controlar meu filho!
No caminho para casa, ainda dirigindo sozinha com meu filho na cadeirinha do carro eu chorei. Em minha angustia eu clamei ao Senhor: “O que eu fui fazer? Não sou capaz de dar conta de um filho e logo terei mais um? O que será de mim? Estou perdida!”
Com o passar dos anos, depois de muitos erros e acertos e já com 2 filhos, Deus me mostrou que: “se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada” Tiago 1:5. Duramente aprendi também que o comportamento errado de meus filhos em público me causa vergonha porque afeta minha imagem de boa mãe. Então, muitas vezes é isso que dispara meu desespero e minha irritação. Você já se sentiu assim? Admito que seu uma mãe incapaz e também egoísta, bastante preocupada com minha imagem. Mas o que me conforta, inspira e ensina é que Deus não me desampara e me dá a sabedoria que preciso para criar meus filhos como Ele deseja, e livremente me dá a sabedoria que vem lá do céu quando eu peço.
Romanos 8:26 diz que o Espírito de Deus nos ajuda na fraqueza. Não estamos sós.
Você já se sentiu assim? Peça sabedoria a Deus e Ele lhe dará sem nenhuma restrição.
Deus as abençoe em sua jornada como mães.
A Difícil Espera
“Muitos são os planos no coração do homem; mas o desígnio do Senhor, esse prevalecerá”. Provérbios 19:21
Estávamos casados há quatro anos de casada quando sentimos o desejo de aumentar a família. A ginecologista advertiu: “Não se preocupe, até um ano de espera é normal”. Imagina só! Todas as minhas amigas estavam engravidando. Que mistério há nisso!
Um ano se passou e nem sinal de bebê. Começaram os exames. Fui virada de cabeça para baixo e nada.Dois anos. Como é possível? Porque minha hora não chega?
Três anos. Agora é hora de procurar ajuda mais séria. Três inseminações artificiais...nada. Próximo passo, fertilização in-vitro. Como para nós isso era financeiramente proibitivo, deixamos a questão de lado por algum tempo.
Lá se iam quatro anos. Porque, Deus? Eu pedi tanto e tantas vezes, e achei que o Senhor iria me atender. “Por acaso” meu marido encontrou um artigo no jornal sobre infertilidade masculina. Decidimos procurar o tal urologista.
Após uma rápida cirurgia ambulatorial, fomos para casa. Três meses depois, pegamos o resultado do exame de gravidez e estava finalmente escrito POSITIVO.
Mas porque a espera, porque o choro, porquê, por quê? Não posso deixar de pensar no Salmo 139:1-6 : “Senhor, tu me sondas, e me conheces. Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Esquadrinhas o meu andar, e o meu deitar, e conheces todos os meus caminhos. Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces. Tu me cercaste em volta, e puseste sobre mim a tua mão. Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; elevado é, não o posso atingir”.
Deus conhece meu passado – sabe tudo que já aconteceu comigo
Deus conhece meu presente – sabe tudo que está acontecendo comigo
Deus conhece meu futuro – sabe tudo que irá acontecer comigo
O meu Deus, que tudo conhece, me ama e não pode me conceder tudo que eu desejo e na hora que desejo. Assim como nós mães, não podemos dar tudo que nossos filhos desejam quando eles desejam. Nós os amamos com um amor imperfeito. O amor de Deus por nós é perfeito. Ele vê o quadro mais amplo, nós somos míopes e às vezes não vemos um palmo adiante de nosso nariz.
Hoje, olhando em retrospecto, entendo que aquela que desejava tanto um filho há 11 anos não seria a mãe que é hoje para 2 filhos de 6 e 3 anos. Por amor a mim, Deus não os concedeu a mim antes. Por amor, Ele me deixou amadurecer e me moldou para ser mãe na hora certa. Ele me permitiu ajudar outras pessoas que passaram pelas mesmas aflições que eu já havia passado. A espera me ensinou a ser menos ansiosa. Dura espera! Abençoada espera!
Espera e confia no Senhor! Ele tem o melhor para você e para mim.
19 de fev. de 2011
Reportagem Revista Metrópole 23/10/2005
Abaixo a Reportagem da Revista Metrópole que se encontra no site da Androfert, na qual eu e o Renato aparecemos. Através dele dá pra acompanhar um pouco da nossa história de espara pelos filhos.
Dr. Sandro Esteves
Urologista e
Fundador da
Androfert
Quando é com Ele
Homem e mulher empatam em 40% dos casos de infertilidade conjugal. A boa nova é que a medicina tem solução para quase todos os problemas masculinos relacionados à reprodução. Por Renata Freitas
Quando a dificuldade para ter um filho afeta a rotina de um casal, as atenções costumam se voltar para a mulher. Geralmente, ela é vista como a responsável pelo insucesso nas tentativas de ter um bebê. Poucos sabem, no entanto, que nestas situações há um empate entre homens e mulheres. Cada gênero responde por 40% dos casos de infertilidade conjugal. Nos 20% restantes, ambos apresentam problemas que impedem a gravidez.
Seja por que as mulheres adiaram o projeto de ter filhos em favor da carreira, seja por causa da mudança nos hábitos de vida ou do aumento no nível de estresse a que estão submetidos homens e mulheres, são muitos os casais que têm dificuldades para ter um bebê hoje em dia.
As estatísticas apontam que em cada seis casais um enfrenta problemas para ter filhos. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, cerca de 20% dos casais entre 20 e 40 anos tem problemas de infertilidade. Um casal é considerado infértil se não conseguir a gravidez após um ano de relacionamento sexual ativo sem uso de métodos anticoncepcionais.
Se esse for o quadro, os dois devem passar por exames com especialistas para uma avaliação geral. Entretanto, na maior parte das vezes as atenções são focadas na mulher.
“Avaliar a saúde do homem é tão importante quanto a da mulher. Ainda se associa a fertilidade com a impotência”, ressalta o médico urologista Sandro Esteves, diretor da Androfert – Centro de Referência em Infertilidade Masculina e responsável pelo setor de Reprodução Humana e Infertilidade Masculina da Sociedade Brasileira de Urologia.
Por outro lado, segundo ele, com a evolução da medicina é raro um homem ser estéril. “Graças aos avanços das técnicas de reprodução assistida, o termo estéril tem sido cada vez menos usado em relação ao homem. Hoje, existem métodos que podem ajudá-lo a conquistar a paternidade”, afirma.
Esteves lembra que os casos extremos em que nem com tratamento isso é possível são exceções. Já existem alternativas para quase todas as situações e a infertilidade pode ser reversível.
O caso de Adenilson Antônio Juliato, de 37 anos, é emblemático. Em 1993, ele sofreu um acidente de carro, que o deixou paraplégico e comprometeu suas funções sexuais. Casado há dez anos com Roseli de Melo Juliato, de 33, Adenilson decidiu recorrer às modernas técnicas de reprodução assistida para alcançar o sonho de ter um filho.
O casal chegou a procurar a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em busca de tratamentos para infertilidade, mas a Unicamp ainda não realiza as técnicas de fertilização in vitro. “Queria muito ter um filho, mas não iria fazer isso a qualquer custo”, diz Adenilson, que tinha ressalvas éticas e religiosas em relação aos métodos de reprodução assistida.
Mas depois da consulta com o especialista, as dúvidas do casal se dissiparam e optou-se pela fertilização in vitro. Os espermatozóides foram aspirados dos testículos por punção. Na primeira tentativa três embriões foram implantados em Roseli.
Um deles se desenvolveu normalmente e há cerca de três meses nasceu, de cesárea, o pequeno Matheus. Hoje, Roseli e Adenilson, que assistiu o parto, estão às voltas com noites em claro, muitas mamadas e trocas de fraldas. “Se tivermos condições, vamos ter outro filho no futuro”, planeja Adenilson.
O problema e a solução
São muitos os fatores que podem levar o homem a ter problemas de infertilidade, como as infecções genitais, problemas hormonais, alterações da ejaculação. Um dos mais comuns é a varicocele, uma doença que se caracteriza pela dilatação anormal de veias localizadas ao redor do testículo.
Essa dilatação, de acordo com Sandro Esteves, forma varizes e o sangue que circula por elas fica represado, levando ao aumento da temperatura testicular e, conseqüentemente, diminuindo a produção, a movimentação e o funcionamento dos espermatozóides.
“É uma enfermidade que atinge em torno de 15% dos homens e cerca de 40% dos pacientes da clínica”, informa o médico. Esteves enfatiza que a doença, que não costuma apresentar sintomas, tem tratamento por meio de cirurgia. “É um procedimento simples e com grandes chances de sucesso”, destaca.
A varicocele impedia o estatístico Renato Fuzaro Carmona, de 37 anos, e a tradutora Cristiane Tomazini Carmona, de 35, de ter seu primeiro filho. Ao completar cinco anos de casamento, eles decidiram que havia chegado a hora de ter um bebê. Mais de um ano depois, nada havia acontecido.
Renato e Cristiane começaram a percorrer clínicas médicas e a fazer exames para investigar a causa do problema. Outros dois anos se passaram e eles partiram para a inseminação artificial, sem sucesso mesmo após três tentativas.
Bastante desgastados emocionalmente, eles leram uma reportagem sobre varicocele e, enfim, encontraram a resposta para suas dúvidas. A confirmação de que Renato era portador da doença veio no consultório do urologista.
O casal optou pela cirurgia. “Foi fácil e rápida”, diz Renato. Três meses mais tarde, Cristiane constatava que estava grávida de Davi, hoje com dois anos.
Eles tinham a opção de tentar a gravidez por meio da fertilização in vitro, mas escolheram o tratamento cirúrgico. Os dois procedimentos tinham em torno de 40% de chances de sucesso. “Preferimos a cirurgia porque, se desse certo, ela nos daria a oportunidade de ter outros filhos no futuro”, conta o estatístico.
Hoje, Cristiane e Renato já estão à espera de Ana Luiza, prevista para nascer em novembro. “Estamos realizando nosso desejo de construir uma família. Estou muito feliz”, comemora.
Outras causas
Outra causa de infertilidade masculina é a obstrução nos canais que transportam os espermatozóides, que pode ocorrer por infecções, especialmente as urinárias, e pelas
doenças sexualmente transmissíveis. “Cerca de 6% dos homens inférteis tiveram problemas nos testículos quando crianças”, afirma o urologista Sandro Esteves.
Um dos problemas mais comuns é a criptorquidia, em que o testículo não desce para o escroto. Esteves explica que se não houver a correção, normalmente por meio de cirurgia ainda na infância, pode haver uma diminuição acentuada na qualidade do sêmen.
O cabeleireiro Fernando de Souza, de 38 anos, enfrentou muita dificuldade para ter um filho. Em seu primeiro casamento, ele e a esposa adotaram Augusto, hoje com 9 anos. Na segunda união, com Elisângela Passos Padovani de Souza, de 27 anos, após ficar viúvo, Fernando decidiu procurar ajuda especializada.
“Eu já tinha desistido, mas ela queria ter filhos”, conta. Na opinião dele, seus problemas de infertilidade são fruto de uma cirurgia malfeita na infância para corrigir uma malformação nos testículos. “Acho que acabaram fazendo uma vasectomia, porque meus espermogramas sempre davam zero. Apenas um deles acusou raros espermatozóides”, relata.
E foi neste exame que Elisângela se agarrou com toda esperança. O casal reuniu todas as economias e procurou uma clínica especializada em reprodução assistida. “Achava que não iria dar certo nunca”, diz Fernando.
Um total de 15 espermatozóides de Fernando foram retirados por meio de punção e, após os exames, cinco deles fecundaram óvulos de Elisângela. Três foram implantados em seu útero e deles nasceram Pedro e Marina, que já estão com cinco meses. “Fiquei a gravidez inteira com medo, mas consegui levar normalmente até oito meses e meio”, lembra a mamãe.
O casal diz que os procedimentos e medicamentos utilizados ao longo do tratamento são muito caros. Esse é um dos entraves à disseminação das modernas técnicas de reprodução assistida. O planos de saúde ainda não cobrem esses procedimentos. E por isso as filas dos serviços públicos que oferecem os tratamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são sempre tão grandes.
Um tratamento completo pode variar de R$ 12 mil a R$ 20 mil. Mas hoje as clínicas de reprodução assistida estão facilitando o pagamento.
Tratamentos gratuitos
A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mantém, desde 1985, o Ambulatório de Infertilidade Masculina, que já atendeu mais de mil casais. Segundo o urologista Paulo Augusto Neves, responsável pelo ambulatório, além de realizar diagnóstico e avaliação de casos de infertilidade masculina, o departamento oferece alguns tratamentos.
No ambulatório, é possível fazer pelo SUS, cirurgias de varicocele, de reversão de vasectomia, biópsias e microcirurgias para desobstrução dos canais que transportam os espermatozóides. “Infelizmente ainda não temos um ambulatório de reprodução assistida que ofereça técnicas de fertilização in vitro e injeção intracitoplasmática de espermatozóide (ICSI)”, lamenta Neves.
Ainda assim, a procura pelo atendimento é tão grande que a agenda para este ano está fechada. “Atendemos seis casos novos e seis retornos por dia”, diz Neves. No entanto, o ambulatório só funciona um dia por semana. Novos casos podem ser agendados a partir de fevereiro de 2006.
De acordo com ele, o índice de sucesso nos tratamentos varia de 30% a 40% dos casos. “Os demais são encaminhados para outros serviços que realizam a reprodução assistida”, afirma o médico.
Em São Paulo, segundo Neves, o Hospital das Clínicas, o Hospital Pérola Byington e a Escola Paulista de Medicina realizam esses procedimentos pelo SUS. “Mas a fila de espera é de dois anos”, ressalta o médico.
Ele explica que os tratamentos são muito caros e a verba destinada pelo SUS, muito disputada. “Temos um laboratório pronto há mais de três anos na Unicamp, mas ainda não conseguimos o repasse dos recursos”.
Fonte: Revista Metropole em 23/10/2005
Dr. Sandro Esteves
Urologista e
Fundador da
Androfert
Quando é com Ele
Homem e mulher empatam em 40% dos casos de infertilidade conjugal. A boa nova é que a medicina tem solução para quase todos os problemas masculinos relacionados à reprodução. Por Renata Freitas
Quando a dificuldade para ter um filho afeta a rotina de um casal, as atenções costumam se voltar para a mulher. Geralmente, ela é vista como a responsável pelo insucesso nas tentativas de ter um bebê. Poucos sabem, no entanto, que nestas situações há um empate entre homens e mulheres. Cada gênero responde por 40% dos casos de infertilidade conjugal. Nos 20% restantes, ambos apresentam problemas que impedem a gravidez.
Seja por que as mulheres adiaram o projeto de ter filhos em favor da carreira, seja por causa da mudança nos hábitos de vida ou do aumento no nível de estresse a que estão submetidos homens e mulheres, são muitos os casais que têm dificuldades para ter um bebê hoje em dia.
As estatísticas apontam que em cada seis casais um enfrenta problemas para ter filhos. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana, cerca de 20% dos casais entre 20 e 40 anos tem problemas de infertilidade. Um casal é considerado infértil se não conseguir a gravidez após um ano de relacionamento sexual ativo sem uso de métodos anticoncepcionais.
Se esse for o quadro, os dois devem passar por exames com especialistas para uma avaliação geral. Entretanto, na maior parte das vezes as atenções são focadas na mulher.
“Avaliar a saúde do homem é tão importante quanto a da mulher. Ainda se associa a fertilidade com a impotência”, ressalta o médico urologista Sandro Esteves, diretor da Androfert – Centro de Referência em Infertilidade Masculina e responsável pelo setor de Reprodução Humana e Infertilidade Masculina da Sociedade Brasileira de Urologia.
Por outro lado, segundo ele, com a evolução da medicina é raro um homem ser estéril. “Graças aos avanços das técnicas de reprodução assistida, o termo estéril tem sido cada vez menos usado em relação ao homem. Hoje, existem métodos que podem ajudá-lo a conquistar a paternidade”, afirma.
Esteves lembra que os casos extremos em que nem com tratamento isso é possível são exceções. Já existem alternativas para quase todas as situações e a infertilidade pode ser reversível.
O caso de Adenilson Antônio Juliato, de 37 anos, é emblemático. Em 1993, ele sofreu um acidente de carro, que o deixou paraplégico e comprometeu suas funções sexuais. Casado há dez anos com Roseli de Melo Juliato, de 33, Adenilson decidiu recorrer às modernas técnicas de reprodução assistida para alcançar o sonho de ter um filho.
O casal chegou a procurar a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em busca de tratamentos para infertilidade, mas a Unicamp ainda não realiza as técnicas de fertilização in vitro. “Queria muito ter um filho, mas não iria fazer isso a qualquer custo”, diz Adenilson, que tinha ressalvas éticas e religiosas em relação aos métodos de reprodução assistida.
Mas depois da consulta com o especialista, as dúvidas do casal se dissiparam e optou-se pela fertilização in vitro. Os espermatozóides foram aspirados dos testículos por punção. Na primeira tentativa três embriões foram implantados em Roseli.
Um deles se desenvolveu normalmente e há cerca de três meses nasceu, de cesárea, o pequeno Matheus. Hoje, Roseli e Adenilson, que assistiu o parto, estão às voltas com noites em claro, muitas mamadas e trocas de fraldas. “Se tivermos condições, vamos ter outro filho no futuro”, planeja Adenilson.
O problema e a solução
São muitos os fatores que podem levar o homem a ter problemas de infertilidade, como as infecções genitais, problemas hormonais, alterações da ejaculação. Um dos mais comuns é a varicocele, uma doença que se caracteriza pela dilatação anormal de veias localizadas ao redor do testículo.
Essa dilatação, de acordo com Sandro Esteves, forma varizes e o sangue que circula por elas fica represado, levando ao aumento da temperatura testicular e, conseqüentemente, diminuindo a produção, a movimentação e o funcionamento dos espermatozóides.
“É uma enfermidade que atinge em torno de 15% dos homens e cerca de 40% dos pacientes da clínica”, informa o médico. Esteves enfatiza que a doença, que não costuma apresentar sintomas, tem tratamento por meio de cirurgia. “É um procedimento simples e com grandes chances de sucesso”, destaca.
A varicocele impedia o estatístico Renato Fuzaro Carmona, de 37 anos, e a tradutora Cristiane Tomazini Carmona, de 35, de ter seu primeiro filho. Ao completar cinco anos de casamento, eles decidiram que havia chegado a hora de ter um bebê. Mais de um ano depois, nada havia acontecido.
Renato e Cristiane começaram a percorrer clínicas médicas e a fazer exames para investigar a causa do problema. Outros dois anos se passaram e eles partiram para a inseminação artificial, sem sucesso mesmo após três tentativas.
Bastante desgastados emocionalmente, eles leram uma reportagem sobre varicocele e, enfim, encontraram a resposta para suas dúvidas. A confirmação de que Renato era portador da doença veio no consultório do urologista.
O casal optou pela cirurgia. “Foi fácil e rápida”, diz Renato. Três meses mais tarde, Cristiane constatava que estava grávida de Davi, hoje com dois anos.
Eles tinham a opção de tentar a gravidez por meio da fertilização in vitro, mas escolheram o tratamento cirúrgico. Os dois procedimentos tinham em torno de 40% de chances de sucesso. “Preferimos a cirurgia porque, se desse certo, ela nos daria a oportunidade de ter outros filhos no futuro”, conta o estatístico.
Hoje, Cristiane e Renato já estão à espera de Ana Luiza, prevista para nascer em novembro. “Estamos realizando nosso desejo de construir uma família. Estou muito feliz”, comemora.
Outras causas
Outra causa de infertilidade masculina é a obstrução nos canais que transportam os espermatozóides, que pode ocorrer por infecções, especialmente as urinárias, e pelas
doenças sexualmente transmissíveis. “Cerca de 6% dos homens inférteis tiveram problemas nos testículos quando crianças”, afirma o urologista Sandro Esteves.
Um dos problemas mais comuns é a criptorquidia, em que o testículo não desce para o escroto. Esteves explica que se não houver a correção, normalmente por meio de cirurgia ainda na infância, pode haver uma diminuição acentuada na qualidade do sêmen.
O cabeleireiro Fernando de Souza, de 38 anos, enfrentou muita dificuldade para ter um filho. Em seu primeiro casamento, ele e a esposa adotaram Augusto, hoje com 9 anos. Na segunda união, com Elisângela Passos Padovani de Souza, de 27 anos, após ficar viúvo, Fernando decidiu procurar ajuda especializada.
“Eu já tinha desistido, mas ela queria ter filhos”, conta. Na opinião dele, seus problemas de infertilidade são fruto de uma cirurgia malfeita na infância para corrigir uma malformação nos testículos. “Acho que acabaram fazendo uma vasectomia, porque meus espermogramas sempre davam zero. Apenas um deles acusou raros espermatozóides”, relata.
E foi neste exame que Elisângela se agarrou com toda esperança. O casal reuniu todas as economias e procurou uma clínica especializada em reprodução assistida. “Achava que não iria dar certo nunca”, diz Fernando.
Um total de 15 espermatozóides de Fernando foram retirados por meio de punção e, após os exames, cinco deles fecundaram óvulos de Elisângela. Três foram implantados em seu útero e deles nasceram Pedro e Marina, que já estão com cinco meses. “Fiquei a gravidez inteira com medo, mas consegui levar normalmente até oito meses e meio”, lembra a mamãe.
O casal diz que os procedimentos e medicamentos utilizados ao longo do tratamento são muito caros. Esse é um dos entraves à disseminação das modernas técnicas de reprodução assistida. O planos de saúde ainda não cobrem esses procedimentos. E por isso as filas dos serviços públicos que oferecem os tratamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são sempre tão grandes.
Um tratamento completo pode variar de R$ 12 mil a R$ 20 mil. Mas hoje as clínicas de reprodução assistida estão facilitando o pagamento.
Tratamentos gratuitos
A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mantém, desde 1985, o Ambulatório de Infertilidade Masculina, que já atendeu mais de mil casais. Segundo o urologista Paulo Augusto Neves, responsável pelo ambulatório, além de realizar diagnóstico e avaliação de casos de infertilidade masculina, o departamento oferece alguns tratamentos.
No ambulatório, é possível fazer pelo SUS, cirurgias de varicocele, de reversão de vasectomia, biópsias e microcirurgias para desobstrução dos canais que transportam os espermatozóides. “Infelizmente ainda não temos um ambulatório de reprodução assistida que ofereça técnicas de fertilização in vitro e injeção intracitoplasmática de espermatozóide (ICSI)”, lamenta Neves.
Ainda assim, a procura pelo atendimento é tão grande que a agenda para este ano está fechada. “Atendemos seis casos novos e seis retornos por dia”, diz Neves. No entanto, o ambulatório só funciona um dia por semana. Novos casos podem ser agendados a partir de fevereiro de 2006.
De acordo com ele, o índice de sucesso nos tratamentos varia de 30% a 40% dos casos. “Os demais são encaminhados para outros serviços que realizam a reprodução assistida”, afirma o médico.
Em São Paulo, segundo Neves, o Hospital das Clínicas, o Hospital Pérola Byington e a Escola Paulista de Medicina realizam esses procedimentos pelo SUS. “Mas a fila de espera é de dois anos”, ressalta o médico.
Ele explica que os tratamentos são muito caros e a verba destinada pelo SUS, muito disputada. “Temos um laboratório pronto há mais de três anos na Unicamp, mas ainda não conseguimos o repasse dos recursos”.
Fonte: Revista Metropole em 23/10/2005
4 de fev. de 2011
Mops
Este filminho foi criado pela Raquel e seu marido para o MOPS-IBCU.
As fotos são dos filhos das líderes participantes.
Ficou ótimo!
Compassion
A Compassion é uma organização evangélica interdenominacional não-governamental, cujo objetivo é ajudar crianças em situação de risco ao redor do mundo.
Seu objetivo é: Libertar crianças da pobreza em nome de Jesus!
A Compassion do Brasil surgiu em minha vida por vota de 1988. Nessa época eu fazia um curso de tradução e um colega de classe, que já era tradutor lá, me indicou para fazer um teste. Após passar no teste virei tradutora deles. Hoje sou uma das mais antigas. Acabei deixando de lado as aulas de natação que dava e hoje sou somente tradutora da Compassion.
Tenho testemunhado várias histórias de sucesso e vitórias em Jesus de crianças que têm suas vidas transformadas pela assistência que recebem nos projetos, e o amor e conselhos de seus padrinhos estrangeiros.
Caso queira apadrinhar uma criança, acesse: http://www.compassion.org.br/
Medo do Mar
Esta foi a segunda vez que minha menininha tinha ido a praia, mas sua primeira vez entrando no mar.
Hoje ela até consegue rir deste vídeo, mas veja como foi na hora!
Comercial da Volkswagen: A Força
Este Comercial é demais! Um amigo postou no FB e eu não resisti.
Eu e o Davi morremos de rir com ele. É brilhante.
Divirta-se!
2 de fev. de 2011
O Soldadinho e a nova florzinha de Jesus
Davi tinha 4 anos, e estávamos no carro ouvindo o CD: Quem é Jesus? do ministério Crianças diante do trono, quando quis saber como poderia ser salvo e ir para o céu. Nesse dia ele quis fazer uma oração aceitando a Jesus. Desde então, diz com certeza que é de Jesus e ficava triste pela irmã ainda não ser e não entender quando falávamos sobre a salvação.
Foi dia 23/01/2011.
Quase toda noite, eu leio um livrinho de devocional para meus 2 filhos antes de dormir. Nessa noite a pergunta ao final da história era: Você já aceitou a Jesus?
O Davi logo respondeu: Sim, já faz tempo (nem tanto assim já que ele tinha 4 anos e agora está com 7, mas para uma criança isso é tempo que não acaba mais). E a Ana Luiza disse: "Já faz tempo (copiando o irmão)" e logo emendou um: "Não, eu não. Como eu faço isso? (Seus olhinhos cheios de lágrima).
O Davi na mesma hora ele disse: Pode ser agora mãe?
Perguntei se ela sabia que fazia coisas erradas (pecava) e expliquei que isso desagradava a Deus e que Jesus tinha morrido por essas coisas erradas que ela fazia, por ela, na cruz. E que ela tinha que aceitar a Jesus como seu Senhor e Salvador para poder ser salva. E ela: "Como faço isso, mãe?" Ela repetiu minha oração aceitando a Jesus naquele momento.
O Davi não cabia em si de tanta felicidade. Antes de dormir quis orar comigo e o pai agradecendo a Deus pela salvação da irmã.
Que privilégio é poder ser usada por Deus para pregar o evangelho para nossos filhos. Sinto me abençoada por Deus por poder cumprir essa missão dentro de casa e ver meus filhos se rendendo ao Senhor diante de meus olhos.
Que sejam Servos do Senhor, esses presentes que Ele mesmo me concedeu para cuidar e guiar em sua direção.
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